19/03/2019 às 11h06min - Atualizada em 19/03/2019 às 11h06min

Caos na saúde – Mãe traz colchão de casa para filho não fica no chão em hospital do Tocantins; Vídeo

Ainda de acordo com Thais Alves, que além de trazer o colchão de casa para vão ver o filho no chão do hospital, ela teve que trazer roupas de cama (lençol, travesseiro e um forro para cobrir o colchão).

Alessandro Ferreira - Alessandro Ferreira
Agência Tocantins
Divulgação
Uma situação de extrema humilhação e desrespeito com o ser humano foi registrada na noite dessa segunda-feira (18), na Maternidade Tia Dedé em Porto Nacional, na região central do Estado. A situação de descaso foi registrada pela reportagem da Agência Tocantins onde uma mãe que está com uma criança de apenas 3 anos e 11 meses, para não ver seu filho no chão teve que trazes um colchão de sua residência para acomodar a criança no corredor da unidade de Saúde.

No vídeo, a mãe relata a situação humilhante que não só ela esta passando, mas dezenas de pais e mães que estão com filhos e filhas internadas na maternidade, nas imagens é possível ver a situação precária que se encontra os pacientes, jogados nos corredores do Hospital, expostos ao risco de contraírem uma infecção hospitalar.

Em entrevista a reportagem, Thais Alves, mostrada no vídeo, relatou que após a gravação do vídeo uma médica e uma enfermeira disseram há ela que já tinham conseguido um leito para acomodar o filho que está internado na unidade hospitalar.   
“Após o vídeo uma médica e uma enfermeira informaram que tinha conseguido o leito, mas após mais de 30 minutos de espera. A Mãe procurou a na sala de medicamento sobre o leito e foi informada que não tinha vaga”. Informou com indignação.

Ainda de acordo com Thais Alves, que além de trazer o colchão de casa para vão ver o filho no chão do hospital, ela teve que trazer roupas de cama (lençol, travesseiro e um forro para cobrir o colchão).

Outra questão que merece destaque é de a direção da maternidade ter permitido a entrada do colchão na unidade hospitalar, haja vista, que os colchões usados nos hospitais devem ter revestimento impermeáveis para evitar contaminações e infecções.

A reportagem do Agência Tocantins, tentou contato com a direção da Maternidade Tia Dedé por telefone, mas até a publicação da matéria nossas ligações não haviam sido atendidas.

Matéria – Alessandro Ferreira / Redação Agência Tocantins
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